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Município comemora 31 anos de emancipação política administrativa em pleno desenvolvimento econômico

Parabéns para quem acreditou na região e migraram para esta terra na década de 1980 e aqueles que trabalham e lutam diariamente por um município melhor ainda no futuro

Publicado 04/07/2019 - 10:47 e atualizado 04/07/2019 - 10:51
Por: Redação

O município de Tapurah completa nesta quinta-feira (04 de julho) 31 anos de emancipação política administrativa. São mais de três décadas de muitas lutas e glórias para o povo que acreditou desde o início de sua fundação e hoje vê o município na parte de cima da tabela entre as cidades mais desenvolvidas do estado de Mato Grosso, mesmo estando fora do eixo da BR-163.

Ao longo dos 31 anos Tapurah vem cada vez mais se destacando na economia estadual e do País, deixando para trás o destaque apenas da cultura da madeira, como era conhecida nas décadas de 80 e 90, para as culturas do arroz, soja e milho na década de 2000, e atualmente se consolidando na Capital da suinocultura, da melancia e sendo o maior produtor de feno do Estado. O município que conta atualmente com 13,5 mil habitantes quer mais para o futuro, e busca incrementar o projeto da bacia leiteira na sua economia com a participação de produtores e empresários locais.

Começo da história

Tapurah é fruto de um projeto de colonização, desenvolvido pela Colonizadora Tapurah desde 1979, quando adquiriu 79 mil hectares de terras na região e decidiu criar uma cidade. As primeiras construções tiveram início em dezembro de 1979, sendo uma delas o escritório e alojamento da própria colonizadora, onde servia para abrigar as pessoas que visitavam a região para conhecer e adquirir terras.

Conforme o sócio proprietário da Colonizadora Tapurah, Odenir Zancanaro (Bianco), algumas das famílias pioneiras do município, a família Barella e família Sette chegaram ainda em 1979 e ajudaram e fazer as primeiras construções da cidade. “Como eram em um número grande de pessoas e tinham a prática de construir, eles mesmos faziam as construções”, diz.

Bianco relata que na época a empresa (colonizadora Tapurah) era de propriedade de outros empresários e os atuais donos adquiriram a empresa em 1991 ao perceberem um grande potencial agrícola da região. Hoje a empresa diz que o município está como se imaginava na década de 1990.

“Hoje está dentro daquilo que foi planejado, graças àqueles que foram os pioneiros, que habitaram no início de tudo, quando ainda não se tinha estradas, não se tinha muito infraestrutura e fizeram crescer e se desenvolver para que depois outras pessoas viessem pra cá e também participassem deste progresso que é hoje. Temos que agradecer a todos, os que vieram em 1980 e aquelas pessoas que vieram há um mês atrás, pois agora passam a ser tapuraenses também. Hoje somos todos iguais e uma cidade boa para se morar se faz com a participação de todos”, enfatiza.

Mercado aquecido e futuro

Para Zancanaro o mercado imobiliário de Tapurah está muito aquecido em 2019. Segundo ele, para atender a demanda hoje precisaria de mais 30 casas para aluguel, o que significa que tem muitas pessoas novas chegando ao município para morar. No ramo de construções também há aproximadamente 200 novos imóveis sendo construídos no município.

“Tapurah não está parada, está crescendo cada vez mais e vai se tornar em um polo regional em poucos anos, principalmente se vir a se concretizar alguns projetos no município, como é o caso da bacia leiteira, onde tem 14 empresários e produtores fazendo parte deste projeto, aonde Tapurah pode produzir no início cerca de 70 mil litros de leite/dia e em três anos 300 mil litros/dia. Esse projeto também está aberto a todas as pessoas que quiserem fazer parte dele. Com a concretização deste projeto, entre dois e três anos teremos um acréscimo na população em torno de cinco mil pessoas a mais no município. Também temos os projetos de pavimentação asfáltica nas rodovias MT-488, MT-010 e Estrada Capixaba, aonde vamos ligar Tapurah à Nova Maringá, São José do Rio Claro, Campo Novo dos Parecis e Sorriso, transformando Tapurah em um elo entre vários municípios de Mato Grosso”, acredita.

Bianco diz sonhar com uma Tapurah com uma população de 25 a 30 mil habitantes em um futuro próximo, mas para isso é preciso que sejam instaladas novas empresas para a geração de empregos no município, principalmente no ramo de industrialização da matéria prima produzida em Tapurah. “Precisamos de uma empresa no ramo de abate de animais ou indústria de álcool de milho e com isso nós teremos uma população maior e possamos chegar em 10 ou 15 anos a uma população em torno de 25 a 30 mil pessoas”, salienta.

 



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